Artigo

O sorriso que faltava ao Natal

Joaquim Meireles, 72 anos, é, há cerca de 20 anos, produtor de hortícolas biológicos, frutas e ervas aromáticas. Adora a sua pequena quinta e, nessa tarde fria de dezembro, já se encontrava dentro de casa quando os três netos chegaram, dois rapazes e uma rapariga de 5, 7 e 9 anos.

Vestia uma camisola grossa, de lã, e testava cuidadosamente um fio de luzes que tencionava colocar no pinheiro natural, envasado, que tinha acabado de trazer para dentro de casa e que já acompanhava a família há vários natais. À volta de Joaquim, acumulavam-se caixas de decorações festivas, incluindo fitas e ornamentos feitos à mão, que ele e a mulher tinham criado ao longo dos anos.

A casa acolhia o seu ritual favorito, preparar o ambiente natalício interior. Enquanto os netos chegavam, Joaquim sorria, orgulhoso por manter viva uma tradição que atravessava gerações, enfeitar a casa em família.

Porém, nos últimos anos, Joaquim vivera estes momentos de que tanto gostava com uma sombra. As falhas nos dentes, as próteses instáveis e o desconforto ao comer e falar tinham-no tornado mais silencioso, mais reservado e mais distante. O sorriso, que sempre fora fácil e genuíno, tinha-se escondido atrás de um aperto nos lábios. Até a reunião familiar na véspera e dia de Natal, com todo o brilho e alegria da época, de que tanto gostava, lhe despertava um sentimento agridoce: queria rir com os netos, posar para fotos, cantarolar canções, mas o constrangimento impedia-o.

Mas, este ano, tudo mudou há alguns meses, quando decidiu visitar a Algarve Dental Implants, encorajado pela filha. O Dr. Cris Piessens, diretor clínico, explicou-lhe o método All-on-4 com clareza e empatia, deixando-o seguro de que nunca é tarde para mudar. Joaquim sentiu que alguém finalmente percebia não só o seu problema dentário, mas a sua vontade de voltar a viver plenamente. E resolveu avançar.

A recuperação foi mais fácil do que imaginara. No próprio dia da cirurgia já tinha dentes fixos, firmes, e viu um reflexo no espelho que quase não reconhecia: um homem mais leve, mais seguro, mais ele. Nos meses seguintes, foi-se habituando a sorrir de novo, primeiro devagar, depois com cada vez menos medo. Quando o dezembro chegou, com ele veio a certeza de que este seria um Natal diferente.

Na quinta, o ambiente respirava felicidade e cheirava a Natal, com o aroma de laranjas com cravinho no ar enquanto avô e netos penduravam, juntos, as decorações no pinheiro.

 - Avô, podes pôr a estrela no topo da árvore?” — disse o pequeno Tomás, o mais novo, segurando-lhe na mão.

Joaquim riu, um riso cheio, claro. As crianças pararam por um segundo, surpreendidas com a naturalidade daquele riso, muito mais do que sorriso.

- Avô, estás tão feliz! — comentou a neta mais velha, com a espontaneidade que só as crianças têm.

- Estou só a voltar a ser eu mesmo - respondeu Joaquim, orgulhoso.

Quando, na noite de Natal, chegou a hora de tirar a tradicional fotografia familiar, Joaquim colocou-se bem no centro, pela primeira vez em muitos anos, sem hesitação. Os netos abraçaram-no e o seu sorriso iluminou a reunião familiar. 

Mais tarde, com os netos já a dormir e o coração cheio das alegrias da consoada, murmurou para si próprio, como quem reconhece a verdade de uma vida inteira:

- Nunca é tarde para mudar.

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